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Caso Marielma em 2005 – Acusado é recapturado na cidade de Igarapé-Açu (PA)

Condenado pela morte de Marielma, Ronivaldo Guimarães Furtado cumpriu dez anos de prisão e está foragido  
Condenado pela morte da menina Marielma de Jesus Sampaio, de 11 anos, morta em 2005, Ronivaldo Guimarães Furtado que estava foragido desde 2016, passou por uma audiência de instrução na última semana, após uma nova acusação de estupro a uma menina no município de Igarapé-Açu, nordeste do Pará. Segundo o Tribunal de Justiça, o homem foi recapturado no mês de fevereiro após dois anos foragido. Uma nova audiência referente ao caso Marielma está marcada para o dia 16 de agosto.
Marielma de Jesus Sampaio foi torturada, estuprada e morta pelos patrões em Belém, em 2005 
O assassinato de Marielma teve repercussão internacional e foi denunciado na Organização Internacional do Trabalho (OIT). Ela era filha de agricultores de Vigia, nordeste do estado, e foi entregue pela mãe a Roberta e seu marido Ronivaldo Guimarães Furtado, moradores de Belém. A menina iria trabalhar e estudar na capital. Em 2006, Ronivaldo foi julgado e condenado a 48 anos de prisão por uma série de crimes cometidos contra Marielma, incluindo tortura e homicídio qualificado. O acusado cumpriu 10 anos em regime fechado, ganhou direito a cumprir pena no semi-aberto, mas em janeiro de 2016 não voltou ao Centro de Progressão Penitenciária de Belém (CPPB).
Trabalho infantil, abuso e tortura
Marielma Sampaio foi morta na casa dos patrões, em Belém. A menina trabalhava como babá para o casal Ronivaldo e Roberta. Os dois foram condenados pela morte da menina. De acordo com o Ministério Público, Marielma recebeu choques elétricos, foi estuprada, torturada e espancada até a morte. A mãe de Marielma, uma agricultora que mora no interior do Pará, contou na época que entregou a filha ao casal com a promessa de que a menina iria trabalhar e estudar em Belém. 
"Prometia uma vida melhor para ela. Um estudo dela, roupa dela, calçado, comida", disse, à época do crime, Maria Benedita da Silva. Marielma, no entanto, nunca frequentou a escola em Belém, e depois de três meses na casa dos patrões, foi assassinada.
Fonte: g1.globo.com

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