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Paraense tem expectativa de 72 anos de vida

A expectativa de vida do paraense alcançou a maior média da história. Projeção divulgada ontem (25) pelo IBGE mostra que a longevidade chegou a 72,48 anos, um incremento de dois meses em relação a 2016 (72,29 anos). A estimativa é quase dois anos em relação ao início dessa década, por exemplo, quando a média chegava a 70,87.

A esperança de vida ao nascer da população masculina passou de 68,55 anos para 68,70 nos últimos dois anos, enquanto para as mulheres a variação foi de 76,52 para 76,74 anos. Em relação as estimativas de 2010, a população masculina paraense está vivendo um ano e dois meses a mais. Já as mulheres tiveram um ganho de dois anos e um dia. 
Ainda de acordo com a projeção do IBGE, em 2060, a estimativa é que a população paraense viva em média 77,33 anos. Os homens do Estado devem viver, em média, 73,56 anos. As mulheres, por sua vez, terão estimativa de 81,28 anos. 

Já a taxa de mortalidade infantil em 2018, ou seja, a probabilidade de um recém-nascido não completar o primeiro ano, ficou em 15,60 para cada mil nascidos vivos - ante 16,07 por mil, em 2017, e de 20,30, em 2010. Se o recém-nascido for do sexo masculino, essa perspectiva aumenta para 17,75. Já para as recém-nascidas, a chance no ano passado era de 13,35 meninas não completarem o primeiro ano de vida. 
Em todo o País, o IBGE projetou uma expectativa de vida de 76,25 anos para o total da população, um acréscimo de dois meses e seis dias em relação ao valor que havia sido estimado para o ano de 2016 (75,99 anos). O tempo de vida dos homens aumentou de 72,46 anos em 2017 para 72,74 anos em 2018, enquanto a das mulheres foi de 79,56 para 79,80 anos. Daqui a 42 anos, as respectivas esperanças de vida ao nascer serão de 81,04 anos, 77,90 anos e 84,23 anos.

No geral, o Pará tem a sétima menor expectativa de vida ao nascer para ambos os sexos dentre todas as Unidades da Federação. Santa Catarina tem hoje a maior esperança de vida ao nascer para ambos os sexos (79,7 anos), deverá se manter nessa posição, com 84,5 anos em 2060. No outro extremo, o Piauí deverá ter a menor esperança de vida ao nascer em 2060 (77,0 anos). 
Entre os homens, os valores de esperança de vida mais elevados, projetados para 2060, serão observados em Santa Catarina, de 81,5 anos, e Rio Grande do Sul, de 80,9 anos, enquanto os mais baixos serão os do Piauí, de 72,7 anos, e do Pará, de 73,6 anos. Os valores mais altos de esperança de vida feminina também serão em Santa Catarina, de 87,6 anos, seguido pelo Paraná, com 87,0 anos. Rondônia e Roraima experimentarão as mais baixas esperanças de vida entre as mulheres, de 80,3 anos e 80,8 anos, respectivamente. A esperança de vida ao nascer e taxa de mortalidade infantil para o país têm revisão prevista para 2022, após a realização do Censo Demográfico 2020.
Fonte: www.orm.com.br

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