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Governo do Pará: Helder tem 43% das intenções; Paulo Rocha, 13%; e Márcio Miranda, 11%

O Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) divulgou nesta segunda-feira (20) uma pesquisa com percentuais de intenção de voto para as eleições de 2018 no Estado, com foco nos candidatos que concorrem ao Governo e ao Senado Federal. Precisa-se analisar a origem e o perfil do Diretor Chefe do IBOPE no estado do Pará, para se analisar o grau de confiabilidade da pesquisa. Não que estejamos duvidando dela, mas o processo eleitoral precisa ocorrer de maneira "limpa" e confiável.  A pesquisa foi encomendada pela TV Liberal. Veja:
● Helder Barbalho (MDB): 43%
● Paulo Rocha (PT): 13%
● Márcio Miranda (DEM): 11%
● Cléber Rabelo (PSTU): 3%
● Fernando Carneiro (PSOL): 3%
● Brancos/nulos: 17%
● Não sabe/ Não respondeu: 10%

A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 19 de agosto, e tem três pontos percentuais de margem de erro, para mais ou para menos. Foram ouvidos 812 eleitores no estado inteiro, que também foram perguntados sobre qual dos candidatos não votariam de jeito nenhum.  Os números da taxa de rejeição são:
● Helder Barbalho (MDB): 35%
● Paulo Rocha (PT): 34%
● Márcio Miranda (DEM): 22%
● Fernando Carneiro (PSOL): 21%
● Cléber Rabelo (PSTU): 19%
● Poderia votar em todos (resposta espontânea): 3%
● Não sabe/ Não respondeu: 15%

Já para o Senado Federal, os números sobre a intenção de voto dos eleitores foram os seguintes:
● Jader Barbalho (MDB): 29%
● Mário Couto Filho (PP): 20%
● Zé Geraldo (PT): 13%
● Flexa Ribeiro (PSDB): 11%
● Zequinha Marinho (PSC): 11%
● Úrsula Vidal (PSOL): 10%
● Sidney Rosa (PSB): 9%
● Cel. Osmar Nascimento (PDT): 7%
● Prof. Gerson Dourão (PCdoB): 6%
● Wladimir Costa (SD): 6%
● Benedita do Amaral (PSTU): 4%
● Anivaldo Vale (PR): 3%
● Jarbas Vasconcelos (PV): 3%
● Ibanês Taveira da Silva (PTC): 2%
● Xaropinho do Povo (PPL): 1%
● Bogo (PRP): 0%
● Brancos/nulos - Vaga 1: 15%
● Brancos/nulos - Vaga 2: 19%
● Não sabe/Não respondeu: 32%

O eleitor do Pará precisa analisar bastante, o “vai e vem” das pesquisas eleitorais no estado. Necessita de sabedoria para não se deixar levar pela empolgação nem pelos últimos números apresentados pelas empresas que fazem a pesquisa eleitoral. Deve-se ficar atento na oscilação (para cima ou para baixo) de seu candidato. Em um processo eleitoral normal, um fenômeno de voto é bastante raro. Nenhum candidato “sobe” ou “desce” demais em uma pesquisa, a não ser que ocorra um fato extraordinário que foge ao normal de uma campanha eleitoral. Como diz a minha mãe: “Cautela e caldo de galinha nunca fizeram mal a ninguém”.
Fonte: Com informações do Portal ORM

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