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Thaís Rodrigues - Cúmplice do assassino do Prof. Ederson Costa se entrega à Polícia Civil em Marabá

Fugitiva, Thaís Rodrigues, era vista como a mentora do assassinato do educador.
A cúmplice do soldado PM do estado do Maranhão, Felipe Gouveia, (namorada, companheira ou esposa do militar), Thaís Santos Rodrigues, 25 anos, participante da execução fria e covarde e por motivo fútil, do Professor do Instituto Federal do Pará (IFPA), Ederson Costa dos Santos, 29 anos, alvejado com vários tiros na cabeça, no início da Avenida Tocantins, em frente ao SESI, em Marabá (PA),  por volta de 2 horas da manhã, do dia 4/8/2018, acaba de se entregar na tarde de hoje (14), na 21ª Seccional de Polícia Civil de Marabá (PA), exatos 11 dias após o crime que chocou o Brasil.  Ela chegou em uma viatura da Polícia Civil acompanhada por três investigadores e o delegado Ivan Pinto da Silva, responsável pelo caso.
Sd PM/MA Gouveia desferiu os disparos de arma de fogo
Em conversa hoje, à tarde (14), com o delegado Diretor da 21ª Seccional de Polícia Civil, Vinícius Cardoso, ele informou que o delegado Ivan Pinto da Silva estava à frente das investigações que prendeu o Sd PM/MA Gouveia, no estado do Maranhão, semana passada. Fontes afirmaram que polícia esperava prender a cúmplice Thaís Santos Rodrigues, 25 anos, porém a fugitiva decidiu que se entregaria às autoridades policiais, por orientação de seus advogados. Fato que ocorreu por volta das 16 horas de hoje. A acusada será submetida a exame de corpo de delito, antes de ser transferida para o Centro de Recuperação Feminino de Marabá (CRFM).
Delegado Vinícius Cardoso, Thaís iria ser presa a qualquer momento
A família de Thaís Rodrigues já havia sido interrogada, ontem (13), pelo delegado. A Polícia Civil afirmou que a prisão preventiva de Thaís Santos já havia sido decretada pela Comarca de Marabá e quanto mais ela demorasse para se entregar, pior seria a sua situação criminal. De acordo com a PC, Thaís queria que o Prof. Ederson Costa pagasse o prejuízo da colisão entre os dois veículos, mas ele havia se recusado por entender que não tinha culpa na batida entre os automóveis, fato que teria desencadeado a ira de Thaís, incentivando Felipe Gouveia a matar o educador. A acusada se entregou a Polícia Civil desacompanhada de advogados, onde está sendo interrogada pela Polícia Civil e depois ficará presa à disposição da justiça.
OBS: Notícia recente, será atualizada a partir de novas informações.



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