Decreto de Jair Bolsonaro extingue órgãos de políticas públicas direcionadas ao público LGBTI

O Diário Oficial da União publicou um Decreto Presidencial, ontem (1), através do recém-criado Ministério da Mulher, da Família e dos Diretos Humanos, extinguindo a Coordenadoria Nacional de Políticas Públicas LGBTI e o Conselho Nacional de Combate à Discriminação de LGBT (CNCD-LGBT). No lugar dessas entidades, de forma genérica, foi criado o Conselho Nacional de Combate à discriminação. Segundo o paraense Beto Paes, membro da Aliança Nacional LGBT, os direitos conquistados, em nível de Brasil, foram bastante difíceis porque grande parte da sociedade brasileira é conservadora e retrógrada. “Ver todo o resultado, de anos de luta, jogado na ‘lata de lixo’, com uma ‘canetada’, configura-se em uma atitude discriminatória e desrespeitosa”, afirmou o ativista LGBTI. 
Beto Paes afirmou que a população LGBTI é extremamente vulnerável no Brasil. “Aqui é o país onde mais se mata LGBTI no mundo. O lugar onde mais esse segmento social comete suicídio nos cinco continentes”, continuou. Jair Bolsonaro está lançando mão de medidas provisórias e decretos para “cumprir suas promessas de campanha”, mesmo sabendo que muitos atos do atual governo poderão ser revogados com o retorno das atividades dos poderes Legislativo e Judiciário. A pressão sobre o governo de Bolsonaro para que ele mantenha as conquistas das chamadas “minorias” promete ser enorme.
O preconceito e a discriminação deverão ser combatidos, garantindo ao público LGBTI, direito ao casamento civil igualitário, à educação, saúde, cultura, emprego e segurança pública como todo ser humano heterossexual. Segundo Beto Paes, o Pará está entre os cinco estados da federação, onde mais se garante os direitos do público LGBTI. A política nacional serve apenas como "espelho", mas os estados possuem autonomia para garantir os espaços públicos de atendimento ao público LGBTI. "Foi uma medida totalmente infeliz do presidente", protestou o ativista.

2 comentários:

  1. No meu ponto de vista isso já era para ter extinguido há muito tempo não sou contra a nenhum homossexual não sou homofóbico tenho vários amigos mas isso aí já se torna-se uma discriminação a essas pessoas tendo o órgão justamente para as pessoas LGBT no meu ponto de vista não era para existir porque todos nós somos iguais temos o direito de respeitar o direito dos outros o meu direito acaba aonde o direito de outra pessoa começa sou contra o direito do negro já começa ser racismo lançarem um direito do negro negro é ser humano negro é gente ele tem o mesmo direito do que um branco do que o amarelo do que o índio então isso aí era mais uma máfia da linha petista para desviar verbas montando classes montando órgãos ONGs para poderem levar em dinheiro tá aí minha resposta no meu ponto de vista o bolsonaro está certo em acabar com essas máfias que dizem que luta em prol de preconceitos germinando origem de preconceito o negro o índio o branco e LGBT Todos nós somos uma classe só fazendo isso automaticamente se põe a classe LGBT discriminadas que fica montando direitos de LGBT sendo que eles encaixam os mesmo direito de qualquer ser humano brasileiro tem que acabar mesmo isso aí é apenas uma maneira de sair desviando verbas públicas montando caixa 2 3 4 5 6 para irrigar cada vez mais outras pessoas e quem realmente necessita quem fazem parte não recebe nenhum Vintém Obrigado e boa noite

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  2. Eu também sou a favor que acaba em com esse tipos de ONG departamentos que se diz que é a favor de LGBT de negros de índios e etc isso aí é apenas mais uma oportunidade de ser empregado o dinheiro público verbos indicando cada vez mais quem não precisa lavando dinheiro com esse tipo de entidades que todo mundo tem o direito o meu direito termina aonde o direito de outra pessoa comece isso aí é galinha petista jogando os povos contra os povos inventando departamentos ONGs para fazer mais lavagem dinheiro tá aí nosso país que era rico ficando pobre Obrigado aí a todos direitos humanos são iguais sem discriminação de classe raça e cor

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